Mas, ainda assim, dou-lhe mérito por ter posto a cidade e a minha pessoa a pensar num tema nunca antes abordado.
Numa cidade que tanto esventra e não tem orgulho no seu património edificado, surge uma lufada de ar fresco com a proposta da preservação do património mobiliário.

Segundo porque, estava eu sossegado a dar de comer às pombas na Av. Central, reparei que os típicos bancos vermelhos estão todos degradados e a desaparecer.


Já agora, uma adenda - valia a pena o Miguel Brito ir almoçar ao Migaitas e à entrada dos W.C's estão lá uma série de fiadas das antigas cadeiras do Theatro Circo. Sr. dr. como é que as cadeiras, património mobiliário centenário foram parar ao Migaitas?
5 comentários:
Tu também ora uma no cravo, ora outra na ferradura.
Vê lá se te decides, que assim é dificil acompanhar o teu raciocinio.
Ele que dê o exemplo e que mostre os valores que tem em casa.
Está engraçado este post. De facto, antes de 1993 havia muitos bancos na Avenida Central. Agora existem meia dúzia, pois predomiam os metálicos do novo arranjo. Proteger o mobiliário parece-me interessante. A barbearia Matos é enquadrada nesta protecção? Tem um espólio mobiliário muito rico.
Daniel:
Tanto quanto pude perceber, e tendo ouvido MB falar na importância da memória dos cafés, esplanadas, quiosques e barbearias, pareceu-me que a preservação e manutenção do património mobiliário desses estabelecimentos é uma prioridade (a preservação do património imobiliário também o é, mas dessa todos falam).
AHAHAHAH! Quem mais tem recuperado e preservado o património em braga é MM. Teatro romano, as termas da cividade, a escola velha da sé, as frigideiras do cantinho, a paularte, a estação de caminhos de ferro. Querem mais? é só pedir porque MM tem orgulho na cidade que herdou e que ajudou a construir.
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